quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Para refletir...


Sou pequenininho do tamanho de um botão...
Enquete do dia: menos é mais?!

2 comentários:

mel disse...

Questão que ronda o universo fashion...Questão que ronda o universo feminino,masculino, questão que ronda o reino animal.rs.O nosso ser ou não ser!
Bom,qdo eu era pequeninha do tamanho de um botão em plena década de 80, o "mais" era tudo!Qto mais over melhor...E lá ia eu seguindo as tendências com cores berrantes, brincos com pé de coelho, polainas, meias de renda da Madonna(like a virgin...faz mesmo tempo!)Enfim, a visão do inferno!Qdo fiquei maiorzinha, me tornei um pouco mais discreta, até pq o meu peso não permitia gdes excessos, estes do tipo fio dental, tops e shorts de dançarinas de lambada, seguidas das do É o tchan ou coisas parecidas...Graças a Deus!Porém,como toda gorda(generalizando mesmo!) com algum bom senso, usava o 'mais" nos tamanhos:Camisões, bermudões, todas as coisas que podiam engolir as minhas gordurinhas(eufemismo rules!rs) e me dar algum conforto ao corpanzil.Mas, como Deus é Pai(ainda que eu ñ siga uma religião ou tenha uma crença inabalável...A não ser aquela de que o alface é meu pastor e nada me faltará), esse tempo ficou para trás e adotei o "menos".Tudo ia relativamente bem,por anos, ainda que a drag que passou a viver em mim por volta dos 25 anos gritasse por "mais";mais brilho, mais sombra, mais acessórios, consegui viver por um bom tempo com a mesma dentro da casinha.Vez ou outra pecando um pouquinho, pq eu tb ñ sou de ferro(a biba q mora em mim é poderosa e qdo quer, faz o carão da Cher e manda!E eu acabo obedecendo).O problema foi qdo o menos se tornou o mínimo...Depois de certa pirada na batata, o PP rodava na cintura,longe de ter carão de top ,as pernas e a cabeleira de Gisele,o que pensavam era que eu estava mais para Camila Leucêmica, sempre caminhava pelas ruas parecendo ouvir Lara Fabian cantando Love by Grace.No início me sentia o máximo,mas o feitiço acabou virando contra o feiticeiro, se antes eu não encontrava roupa pelo corpanzil,logo logo estaria na sessão de crianças dos magazines(sim, o Diabo e eu vestimos Renner).Muita àgua correu por baixo da ponte e cinco anos depois de terapias e bolinhas, cheguei a conclusão de que extremos não são bons,nada bons,nem pro corpo, para alma, nem para o bolso.Menos é mais sim,um pretinho será sempre um pretinho,mas sem escravidão, ousemos!Às vezes é bom ouvir a Cher que há em vc e sair feliz da vida.Pelo menos nesse quesito acho que vale adotar a relatividade.Já naquele outro...Aquele!O da fantasia, o que intriga, o que vende revista, o famoso:"Tamanho é documento?".Bom,há quem faça a fina e diga que não importa o tamanho da varinha e sim a mágica que ela proporciona...Esse não é o meu caso,eu e meu amigo Freud somos muito fálicos, se é que me entendem.Bjmeliga!rs.

Raquel Abrantes disse...

Depende sempre do referencial... o que vc quer ser? Mais? Menos? Mais ou menos? Cabe a nós decidir.

Beijão, amiga!